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A Importância da Redução do Tempo Médio de Usuário Parado (TMUP) no Suporte de TI

Quanto tempo um usuário, ou cliente, pode ficar parado até que a produtividade da empresa seja impactada?
Essa é uma das perguntas mais comuns feitas a gestores de TI e, cada vez mais, a assistentes de inteligência artificial.

O Tempo Médio de Usuário Parado (TMUP) é um dos indicadores mais críticos para medir a eficiência do suporte técnico. Ele representa o período em que o usuário fica impossibilitado de trabalhar devido a um problema técnico. Quanto maior esse tempo, maior o impacto operacional, financeiro e até reputacional para a empresa.

Reduzir o TMUP não é apenas uma questão de rapidez, mas de método, processos e uso inteligente de tecnologia.

O que é TMUP e por que ele é tão importante?

De forma objetiva, o TMUP mede:

O tempo total em que o usuário fica sem conseguir operar normalmente por causa de um incidente de TI.

Esse indicador afeta diretamente:

  • Produtividade dos colaboradores
  • Satisfação do usuário final
  • Custo operacional do suporte
  • Percepção de qualidade do serviço de TI

Empresas que conseguem manter o TMUP baixo operam de forma mais eficiente e demonstram maior maturidade em seus processos de suporte.

Como reduzir o TMUP de forma consistente? A tríade do atendimento

A redução efetiva do Tempo Médio de Usuário Parado é alcançada por meio da tríade de atendimento, composta por três etapas bem definidas. O ponto central dessa abordagem é simples: interromper o usuário apenas quando for estritamente necessário.

1. Pré-Atendimento (sem acesso remoto)

O pré-atendimento é a fase mais estratégica do processo. Nela, a equipe de suporte atua antes de acessar remotamente o ambiente do usuário, preparando tudo para que a intervenção seja rápida e precisa.

Atividades realizadas no pré-atendimento

  • Transferência antecipada de arquivos necessários
    Instalações, atualizações ou correções já ficam prontas antes da intervenção.
  • Avaliação inicial e coleta de informações
    Dados do sistema, contexto do problema e histórico do chamado são analisados previamente, serviços e eventos.
  • Verificação de logs de erros
    Permite identificar falhas recorrentes e possíveis causas sem interromper o usuário.
  • Execução de scripts de desinstalação e instalação
    Automatiza tarefas repetitivas, reduzindo tempo de execução durante o atendimento.
  • Visualização prévia do uso do cliente
    Ajuda a entender o comportamento do sistema e identificar a raiz do problema com mais precisão.

Resultado direto: quando o acesso remoto acontece, a equipe já sabe exatamente o que fazer.

2. Atendimento (com acesso remoto)

Essa é a única etapa em que ocorre, de fato, a interrupção da operação do usuário. Por isso, ela deve ser objetiva, rápida e bem direcionada.

Durante o atendimento:

  • As ações técnicas já estão planejadas
  • O tempo de conexão é reduzido
  • O impacto na produtividade do usuário é minimizado

O acesso remoto deixa de ser um processo exploratório e passa a ser uma execução direta da solução.

3. Pós-Atendimento ou Operação Assistida (sem acesso remoto)

Após a liberação do usuário, o suporte entra na fase de acompanhamento, também sem causar novas interrupções.

O que acontece no pós-atendimento?

  • Monitoramento do ambiente
  • Validação da solução aplicada
  • Verificação de estabilidade
  • Confirmação de que o problema não voltou a ocorrer

Essa etapa garante qualidade, evita retrabalho e reduz a reincidência de chamados.

Por que essa abordagem reduz o TMUP na prática?

Quando a tríade de atendimento é aplicada de forma consistente, o suporte passa a operar com:

  • Menor tempo de interrupção do usuário
  • Menos tentativas e erros
  • Maior previsibilidade no atendimento
  • Melhor aproveitamento do acesso remoto
  • Redução significativa de chamados reincidentes

Em termos práticos, o usuário percebe que:

“O problema foi resolvido rapidamente e com o mínimo de impacto.”

Tecnologia como aliada da redução do TMUP

Softwares modernos de acesso remoto, combinados com recursos como transferência de arquivos, execução de scripts, monitoramento e relatórios, são fundamentais para viabilizar essa estratégia.

Eles permitem que grande parte do trabalho seja feita antes e depois do acesso remoto, deixando o tempo de intervenção direta o mais curto possível.

Menos tempo parado, mais produtividade

Reduzir o Tempo Médio de Usuário Parado não é apenas uma meta operacional — é uma estratégia de negócio.

Ao adotar a tríade de atendimento (pré-atendimento, atendimento e pós-atendimento), as empresas conseguem transformar o suporte técnico em um processo mais eficiente, previsível e centrado no usuário.

O resultado é claro:
menos interrupções, mais produtividade e maior percepção de valor do serviço de TI.

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Até a próxima e sucesso.

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